
Acho importante o voto, a esperança de participar de alguma forma na sociedade e na sua estruturação e manutenção, entretanto me sinto cada vez mais idiota ao votar. São tantas promessas, tantas mentiras, tanta descrença que fico na dúvida de anulo meus votos ou tento ser só um no meio de todos a ter uma avaliação mais intríseca dos candidatos.
Esse é o problema, eu acho que um candidato é bom, mas outrem não. Infelizmente a obrigação do voto é necessária num país que é recém na arte da democracia. O povo não tem condições de avaliar o que é melhor para a nação, ainda tem a visão do voto ser uma coisa chata ou que não adianta de nada.
Se o voto não fosse obrigatório também haveria problemas, acho que não seria justo.
Apolitica a minha visão, odeio esse tema, mas é fato que estamos nessa época e temos de ter consciência da importancia do que vamos fazer. É così, vamos votar outra vez.
Em terra de cego
Quem tem olho é rei.
Em terra de cego
Somos presas desse rei
Se abrirmos os olhos
Vamos perceber,
Mesmo que a luz ofusque o enxergar
Algo de errado vai se notar
Mas só na terra de cego
Tudo pode se perceber.
Em terra de quem vê
Somos livres para viver
Em terra de quem vê
Tapa-se o sol com a peneira
Mesmo de olhos aberto
Fingimos não perceber
Só quando a bomba estoura
Fingimos protestar
Quando o jogo se abre
Nós vamos os culpar.
Nos eximamos de qualquer culpa
Mesmo “mandando” escolhe-se o errado
A educação de um todo vai para o ralo.
Gritamos, reclamamos, mas não toma-se a partida.
Não há mais revolucionários, somos cobaias vivas.
Murmurando, acenando cabeça em sinal positivo.
Não há coragem tamanha, nem patriotismo.
Em terra de cegos que vêm
Quem tem olho é rei.
Em terra de cego
Somos presas desse rei
Se abrirmos os olhos
Vamos perceber,
Mesmo que a luz ofusque o enxergar
Algo de errado vai se notar
Mas só na terra de cego
Tudo pode se perceber.
Em terra de quem vê
Somos livres para viver
Em terra de quem vê
Tapa-se o sol com a peneira
Mesmo de olhos aberto
Fingimos não perceber
Só quando a bomba estoura
Fingimos protestar
Quando o jogo se abre
Nós vamos os culpar.
Nos eximamos de qualquer culpa
Mesmo “mandando” escolhe-se o errado
A educação de um todo vai para o ralo.
Gritamos, reclamamos, mas não toma-se a partida.
Não há mais revolucionários, somos cobaias vivas.
Murmurando, acenando cabeça em sinal positivo.
Não há coragem tamanha, nem patriotismo.
Em terra de cegos que vêm
(por Vitor Zucolotti)